Diário de uma estagiária na Jazzwise- dia 16 o meu último dia

Ontem, dia cinco de Janeiro, tive o meu último dia de estágio na Jazzwise.

Saí de lá com um sorriso agridoce. Por um lado realizei um sonho meu, ser estagiária numa revista de música mas por outro sei que sentirei imensas saudades de estar naquela redacção.

Devido a compromissos profissionais só pude estar  lá na parte da tarde. Quando cheguei á redacção o meu editor Jon Newey pos-me logo a par das andanças da Jazzwise desde que voltaram das férias de Natal no dia quatro de Janeiro. Num só dia fizeram a capa de Fevereiro e 12 páginas para a revista, eu, outra vez, por compromissos profissionais perdi isso tudo mas o meu editor explicou-me o processo todo, o porque de escolher certas cores, certos títulos e um determinado layout, saí de lá com uma mini-masterclass no processo de produção da revista.

Depois os meus editores pediram que eu lhes desse mais detalhes sobre a Facebook Fan Page para a revista e o porque de eu achar que é tão importante. Depois de alguma conversa e argumentos contra e a favor, finalmente aceitaram que devem ter a Facebook fan page, pediram-me para escrever numa lista detalhada o processo todo de criação da Fan page.

Penso que esta foi a minha maior contribuição para a revista, já que ter uma Facebook Fan Page, não é nada mais do que  publicidade grátis, funcionando por vezes como um passa a palavra dentro da comunidade do Facebook. Se alguém ler um artigo na Jazzwise e gostarem do artigo, basta clicar no botão Gosto da página, isso aparecerá não só no perfil da pessoa mas também nas noticias principais dos amigos que essa pessoa tiver no Facebook.

Com o passar do tempo, isso atrairá mais leitores ao website e consequentemente mais leitores á revista. A minha esperança é que isso com o tempo atrairá mais subscritores á revista já que um leitor leal do website e da revista tem mais possibilidades de um dia tornar-se um subscritor. Espero que resulte.

Fiquei com a honra de ter dois artigos publicados no website e de ter contribuído para a edicao de Fevereiro. Tive problemas no que toca ao inglês ( já que sou uma perfeccionista e nunca ficava contente com nada), á maneira certa de escrever para uma revista de jazz, há todo um vocabulário que só as revistas de jazz usam e foi complicado nos primeiros dias, mas aprendi imenso e estou grata pela oportunidade.

Esta foi sem dúvida uma das experiências mais gratificantes da minha vida. Senti-me realizada, que tinha alcançado o meu objectivo. A ideia quando saí da Cova da Moura, Lisboa para Lincoln foi sempre a mesma: tirar um curso de Jornalismo e ser estagiária numa revista de música e eu CONSEGUI

Sobre o meu futuro e os meus próximos estágios. Terão que esperar pelos próximos posts mas serão os primeiros a saber.

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